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Não importa a idade ou o condicionamento. A bike está na moda e ajuda a afugentar a gordura e problemas de saúde. É hora de tirar máximo proveito dela com muita segurança

 Não é preciso ser um grande observador para perceber como as bikes estão conquistando as ruas Brasil afora. Há pessoas que as adotaram como meio de transporte, famílias que se divertem em cima do selim no final de semana e ainda uma porção de gente que pedala só para manter a forma. O motivo não interessa tanto. A ciência apoia esse modismo pra lá de saudável. Um estudo recente do Instituto do Coração de São Paulo, o Incor, revela que os indivíduos que suam na magrela por uma hora mais de três vezes por semana conseguem baixar o colesterol cinco vezes mais rápido que os sedentários. Não à toa, os ciclistas estão menos sujeitos a infartos e derrames. Quem anda de bicicleta também espanta a fadiga e a depressão. É que o esporte, quando praticado regularmente, aumenta o número de mitocôndrias, estruturas cruciais ao bom funcionamento celular. Quando as células aproveitam direito a energia, o corpo e a mente ganham disposição. Para desfrutar dos benefícios, no entanto, é imprescindível tomar alguns cuidados. “A atividade deve ser adaptada às necessidades e limitações e a intensidade precisa ser adequada para evitar lesões”, orienta o fisiologista Paulo Zogaib, da Universidade Federal de São Paulo.

Antes de montar na bicicleta, é importante lembrar que ela precisa estar de acordo com o seu corpo. Encontrar essa sinergia é algo facilitado pelo bikefit, uma avaliação para acertar na postura. Ela é disponibilizada por algumas clínicas e lojas esportivas. “Medimos os ângulos dos joelhos, cotovelos e coluna e levamos em conta esses dados mais o histórico do ciclista”, explica a ortopedista esportiva Kelly Stéfani, de São Paulo. “É preciso respeitar a biomecânica de cada corpo. Simples mudanças no selim ou no guidão podem trazer grandes repercussões”, argumenta seu colega de especialidade Marcelo Filardi, da capital paulista.

 Os primeiros modelos de bicicleta foram esboçados em 1790, mas o formato que triunfou foi dado por um ferreiro escocês em 1839. Não se esqueça de equipar a bike com lanterna traseira e farol na frente

Mesmo quem resiste a pedalar nas ruas pode tirar vantagem do esporte em ambiente fechado. “Na academia, o ideal é começar na bicicleta ergométrica e, conforme se ganha condicionamento, avançar”, diz Zogaib. Ou seja, partir para as aulas de spinning. A intensidade do exercício – e isso se aplica a andar ao ar livre – varia com os objetivos. Treinos intervalados, que alternam pedaladas lentas e aceleradas, são a pedida para os que desejam emagrecer. Agora, nunca abuse, sob o risco de ficar com dores pelo corpo e se lesionar. Quem pedala com consciência, sobretudo pelas avenidas, tem na parceira de duas rodas uma aliada que nunca sai de moda.

Conheça seus limites

Dois exames indicam o valor exato da frequência cardíaca máxima e ainda alertam para doenças

Ergométrico É prescrito para os iniciantes. Numa esteira, eletrodos verificam como o coração reage ao esforço e flagram indícios de encrencas.

Ergoespirométrico É para quem já treina. Parece o ergométrico, mas conta com uma máscara que capta o oxigênio. Descobre dados essenciais para montar o treino com segurança.

 Por um passeio seguro: equipamentos e truques para pedalar sem riscos e bikes para todos os gostos

Capacete Evita a principal causa de morte entre ciclistas, o traumatismo craniano.

Óculos de sol Protegem os olhos contra os raios solares e a poeira do asfalto.

Mochila Não vale exagerar no peso. É útil para carregar uma muda de roupa e um lanche.

Bermuda almofadada Aplaca o desconforto na virilha e no bumbum durante o passeio.

Frequencímetro É indicado para medir os batimentos cardíacos e dosar a intensidade.

Tênis Os iniciantes podem usar os de academia, com sola mais fina. Os experientes usufruem melhor das sapatilhas.

Selim Para as mulheres, que têm a região da bacia mais larga, o banco deve ter a base ampla e a ponta mais curta e larga. O selim dos homens pode ser mais comprido e estreito.

Pedais Há modelos como o de encaixe, em que uma mola é presa ao pé do ciclista; o plataforma, mais tradicional; e o estilo presilha, que mantém o pé grudado ali.

Pneus Seu desenho e suas saliências variam em função do terreno onde se pedala. Estradas pedregosas, por exemplo, exigem pneus com saliências maiores.

Squeeze É o grande aliado contra a desidratação. Dê um belo gole a cada 20 minutos. Vale água mineral, isotônico ou água de coco.

Posição dos braços O ideal é mantê-los semiflexionados para suportar o impacto do terreno.

Posição das pernas Elas não devem se esticar muito quando o pedal é empurrado para baixo. O joelho tem de ficar flexionado levemente.

Para evitar cãibras Mantenha o pé paralelo ao solo e evite forçar o calcanhar para baixo nas subidas. Assim, os músculos não são sobrecarregados.

De velocidade Trata-se do modelo predominante entre os ciclistas que mantêm uma rotina de treino. Apesar de não ser confortável por causa do selim estreito, tende a oferecer resultados melhores, tanto na performance quanto na redução da gordura corporal.

Dobrável É o tipo perfeito para quem trabalha na cidade grande e faz o percurso até o escritório na bike. A maioria pesa cerca de 10 quilos e, além de leve, é bastante confortável. Com a vantagem de poder ser dobrada, é claro, o que facilita viagens dentro de trens e metrôs.

Na academia Há a bicicleta ergométrica, que pode ter ou não apoio para as costas e costuma ser a porta de entrada para o ciclismo. E existem os modelos para aulas indoor, como spinning, modalidade feita em grupo que costuma ser acompanhada de música e alternar ritmos leves e intensos.

Pedalar emagrece Para perder peso, é preciso ficar de olho nos batimentos cardíacos. Acima você vê a equação que dá o valor aproximado da frequência cardíaca máxima (FCM), base para calcular seu ritmo na bike. Um exemplo: caso o resultado seja 190, o ideal para queimar gordura é manter a frequência acima de 60% dessa marca, ou seja, 114 bpm (batimentos por minuto).

 

Fonte: http://saude.abril.com.br/emagrece-brasil/saude-duas-rodas-bicicleta.shtml

 

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Preguiça, falta de tempo, tédio, 18 situações, que podem sabotar seus treinos.

1- Está um baita frio. Começe o processo de aquecimento mais cedo, e logo após o treino, trocar as roupas suadas por secas assim que possível.

2- O treino mal começou e você ja está exausto. Se for o caso diminua o rítmo, ouve os sinais do seu corpo, às vezes é melhor perder um dia de treino do que algumas semanas por causa de lesões.

3- Está chovendo. Quando for uma chuva forte, faça um treino na esteira.

4- Você parou de correr e agora tem que recomeçar do zero. Uma boa dica é rocomeçar aproveitando a companhia de amigos, e adaptando-se aos poucos pois o condicionamento não é mais o mesmo.

5- Você sente que vai ficar gripado. Procure fazer um treino mais leve, ingerir mais água e muitas frutas. Uma dica de especialista. Se for só um resfriado, a atividade física ajuda a estimular o sistema imunológico, que é um dos grandes protetores do organismo. Faça um treino tranquilo, a baixo do está acostumado.

6- Os músculos estão doloridos. Capriche no alongamento e no aquecimento, diminuindo o ritmo dos treinos.

7- O treino caiu na rotina. Para evitar este problema faça uma variação de distância e ritmo de treinamento durante a semana.

8- Toca o despertador e você volta a dormir. Combine treinos no periodo da manha com algum amigo assim a responsabilidade de acordar cedo e não deixar o amigo esperar se torna um compromisso.

9- Correr perdeu o sentido . Pense em beneficios a longo prazo, onde o principal objetivo será a saúde.

10- Você dormiu pouco e acorda sem disposição prá nada. Tente pelo menos sair prá caminhar, se a vontade e a disposição reagirem começe a correr e siga o treino.

11- Falta de tempo para correr. Acrescente um dia a mais na sua agenda de treinos, assim se não conseguir cumprir todos os dias pelo menos conseguiu realizar a maioria dos treinos.

12- No meio do longão dá aquele tédio. Pense em superar seus próprios limites, uma boa dia se correr sozinho, é ouvir uma música.

13- O calor está insuportável. Use protetor solar, um boné, e leve uma garrafinha de água.

14- Os benefícios da corrida demoram a aparecer na balança. Procure focar nas conquistas menores do dia a dia como ter mais fôlego nas atividades cotidianas.

15- Você sente fraqueza nos treinos. Na noite anterior à corrida coma uma massa, para garantir um bom estoque de energia. Dica de especialista, aposte em alimentos ricos em carboidrato de rápida digestão e absorção antes do treino. Como frutas secas,açaí, cereais em barra ou em flocos, bebidas ricas em carboidrato, como suca de frutas ou vitaminas, sanduíche com recheio de peito de peru e requeijão. E logo após o treino, os isotônicos podem ser uma boa opção para hidratar e dar mais energia.

16- A família cobra mais presença. Tente incluir a esposa ou marido nas rotinas de treinos, se não for possivel tente um horário que não ira atrapalhar a vida do casal.

17- Você não consegue melhorar seus tempos. Em primeiro lugar devemos avaliar se o corredor está próximo de seu limite fisiológico ou já o atingiu, isso depende da quantidade de treino e até mesmo do potêncial genético. Verifica-se tambem se o atleta não esta sobrecarregando o corpo com o excesso de treinos e por isso não esta evoluindo. Há outras possibilidades, como erros de treinamentos, alimentação e sono inadequados. Procure sempre um profissional.

18- O cansaço no treino está fora do normal. Diminua um pouco o ritmo do treino e verifique se o cansaço é por falta de hidratação ou alimentação inadequada, e siga em frente.

Fonte:Runner’s world.   

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A corrida é uma atividade completa, correr melhora a respiração, a circulação, tonifica os musculos, evita a perda óssea, fortalece o coração, aumenta a disposição e reduz a TPM. Recentemente, descobriu-se que além da endorfina, o cérebro libera outras substâncias capazes de gerar aquela sensação gostosa depois das corridas,e esse bem estar reduz o impacto das atividades do cotidiano sobre o organismo. Mas antes de começar a correr é recomendado procurar um médico especialista e fazer exames para avaliar a sua saúde. E procurar um profissional da área de Educação Física, para devidas orientaçãoes e planilhas de treinamentos. fonte: revista Cláudia.
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Destaque, Dicas

Treinar com outras pessoas pode ser mais eficiente e divertido

Não é novidade que a corrida é um eficiente meio de deixar o corpo saudável. Além de favorecer a queima de gorduras, uma corrida leve que dure 40 minutos protege as articulações de lesões, tonifica músculos e deixa o coração mais forte. Os benefícios da corrida ainda podem ser multiplicados se ela for praticada em grupo.
De acordo com uma pesquisa da Universidade de Oxford , no Reino Unido, doses maiores de endorfina, o hormônio que dá a sensação de bem-estar, são liberadas pelo nosso corpo quando malhamos ou corremos em conjunto com outras pessoas. “Quando fazemos atividades em grupo, temos um sentimento de carinho, cuidado, afeto e amizade. Esses sentimentos criam uma relação de proteção, capaz de fazer a pessoa relaxar e curtir o momento mais do que se ela fizesse isso sozinha”, explica a psicóloga clínica Rita Romaro.
Além disso, a atividade é especialmente divertida quando é praticada em grupo porque, ao contrário da maioria dos esportes, ela não tem número máximo de participantes e é feita ao ar livre. “Para fazer parte de um grupo de corrida, só é preciso ter vontade de correr”, diz o preparador físico Edson Ramalho, mestrando em ortopedia na Universidade de Campinas.
Confira abaixo, alguns benefícios que a corrida com uma turma pode fazer por você.

1. É mais fácil começar

Muitas pessoas querem ter hábitos mais saudáveis só que não conseguem sair de uma rotina sedentária sozinhas. Por isso, o incentivo de alguém é importante na hora de irem para a pista. “Isso é algo muito comum nos grupos de corrida que acompanho. A maioria dos integrantes começou com uma experiência incentivada por amigos”, diz Edson. Normalmente, as pessoas são convidadas para correr um dia e acabam se divertindo tanto com os integrantes do grupo que têm vontade de voltar no dia seguinte para estreitar relações.
“A maioria dos corredores começou com uma experiência incentivada por amigos”

2.Fica difícil desistir

Fazer parte de um grupo protege o corredor de ficar desanimado. “Os elogios que normalmente são ditos durante uma atividade em grupo servem de estímulo para continuar e melhoram a autoestima”, explica Rita Romaro. Por isso, quando um corredor está infeliz com os resultados do treino, os outros integrantes o ajudam a não desistir e a continuar tentando a alcançar o seu objetivo. Além da força que os amigos dão, o empenho e os resultados dos outros corredores servem de exemplo para aqueles que estão desmotivados. “É normal que o desempenho de uma pessoa se sobressaia. O restante do grupo, quando vê o que essa pessoa consegue fazer, fica incentivado a alcançar os mesmos resultados que ela”, diz Edson

3.Leva bronca se faltar

O treino se torna mais eficiente quando os corredores estão comprometidos a atingir as metas estipuladas pelo preparador físico. Uma das características mais fortes de um grupo de corrida é que as pessoas levam os treinos mais a sério do que aquelas que correm sozinhas. Quando marcam um dia da semana para correr, raramente elas faltam, ou a bronca vem em coro. “As pessoas ficam tão disciplinadas como atletas de alto nível, e deixam de dar desculpas para faltar aos treinos”, afirma o preparador físico.

4.A vitória fica mais divertida

Conseguir alcançar uma meta estipulada traz um sentimento de superação. Esse efeito é ainda maior quando um bom resultado é alcançado em grupo. “As pessoas olham para traz e percebem todo o esforço que fizeram juntos para conseguir alcançar o objetivo. Além disso, quando a meta é batida, sempre há uma comemoração, uma festa, o que não acontece quando você treina sozinho”, diz Edson Ramalho.

5.Pode unir a família

A corrida em grupo pode ser um meio de estreitar as relações familiares. “Hoje em dia é muito comum que pais e filhos não tenham muito tempo para ficar juntos, e é difícil encontrar uma atividade que possa ser feita por todas as idades e agradar todos os gostos. Por isso, muitas famílias formam pequenos grupos de corrida para fazer uma atividade conjunta”, conta o preparador físico.

6.Aumenta o círculo social

Mesmo que você não tenha conhecidos que gostem de correr, fazer parte de um grupo de corrida pode melhorar o seu convívio social. “Apesar de a corrida ser um esporte que precisa de disciplina, ela é muito acessível e não precisa de muito tempo nem dinheiro para ser praticada. Por isso, é fácil ver pessoas que se conhecem em um grupo de corrida se tornarem amigas, mesmo só tendo em comum o gosto por esse esporte”, diz Edson.

7.Melhora o desempenho profissional

As relações criadas em ambientes profissionais normalmente são mais superficiais devido às conversas desse círculo ficarem restritas a problemas de trabalho. “As pessoas que conhecemos no trabalho parecem outras quando as vemos fazendo atividades mais leves e divertidas”, diz a psicóloga Rita Romaro. De acordo com Edson Ramalho, cada vez mais as empresas estimulam os funcionários a correr em grupo. Esta medida simples melhora a comunicação no escritório, aumenta a intimidade e faz com que cada um dos profissionais tenha um melhor rendimento no trabalho, já que os seus funcionários ficam saudáveis e com mais disposição. FONTE : http://www.minhavida.com.br/conteudo/11757-correr-em-grupo-sete-motivos-para-comecar-ja.htm
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